Ir para o Conteúdo da página Ir para o Menu da página
Tuesday, 05 de July de 2016 - portalriomaina@live.com

Economia

CMT recomenda aumento da passagem de ônibus em Criciúma

CMT recomenda aumento da passagem de ônibus em Criciúma

A proposta do novo valor da tarifa do sistema de transporte coletivo de Criciúma foi analisada pela Administração Municipal nesta terça-feira (5). Membros da Autarquia de Segurança, Trânsito e Transporte de Criciúma (ASTC), Conselho Municipal de Transportes, entre outros representantes da Prefeitura de Criciúma, discutiram a planilha de custos sugerida pelo Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). O documento recomenda que o decreto do prefeito seja de R$ 3,47 (no cartão) e R$ 3,85 (na catraca).

Conforme o presidente do Conselho Municipal de Transportes, Daniel Cauê da Costa, a proposta para definir o custo por passageiro se aproxima dos valores praticados em outros municípios de Santa Catarina. “Analisamos os cálculos e os preços propostos na planilha de custos do sistema e apresentamos ao prefeito para ele decretar o novo valor. O reajuste será de 9,12% e fica abaixo da inflação nacional do período", explica. Medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em maio, a inflação elevou para 9,32%.

O Governo de Criciúma deve definir o valor da tarifa do transporte coletivo até sexta-feira (8). A mudança entra em vigor no domingo (10). “Florianópolis, Joinville e Blumenau reajustaram a tarifa do transporte coletivo no início do ano. Na capital, por exemplo, o preço passou de R$ 2,98 para R$ 3,34 (cartão) e de R$ 3,10 para R$ 3,50 (na catraca), um aumento de mais de 12%. Em Joinville o aumento foi de mais de 21% na catraca chegando a custar R$ 4,50. Em Blumenau o aumento foi de mais de 10%, passando R$ 3,30 para R$ 3,65 (cartão e na catraca). Nós vamos reajustar agora e, mesmo seis meses após as outras cidades, com o aumento da inflação, o valor apresentado na planilha se aproxima do valor praticado por outros municípios seis meses atrás”, afirma o presidente da ASTC, Paulo Pacheco.

Texto: Jhulian Pereira