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Segurança

Condomínios investem em empresas privadas para melhorar segurança

Condomínios investem em empresas privadas para melhorar segurança

O aumento da criminalidade e a defasagem na segurança pública, ambos a nível nacional, fazem com que as pessoas estejam cada vez mais preocupadas com a segurança de seus bens pessoais e materiais – tanto a família, como a casa, o carro ou a empresa. Prova disto é que, enquanto o poder público não consegue frear a violência, os setores ligados à segurança privada são uns dos que mais cresceram no Brasil nos últimos anos e devem continuar em alta, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese).

Trata-se da famosa lei da oferta e procura: quanto mais o cidadão busca por melhorias, novidades e avanços tecnológicos no que diz respeito à segurança, mais as empresas precisam buscar atualizações para não ficarem atrás nesse mercado competitivo. Pensando em seus associados também preocupados com a segurança e manutenção de seu patrimônio, o Sindicato da Habitação do Sul de Santa Catarina (Secovi Sul/SC) firmou uma parceria com a Empretec Vigilância Patrimonial e TecServ Prestadora de Serviços.

“Um dos objetivos do Secovi é estreitar relações e firmar parcerias com empresas que possam colaborar de forma positiva com os nossos associados. Desta forma, a Empretec/TecServ chega para somar nos quesitos segurança e manutenção, que é algo que nos preocupa muito hoje em dia”, destaca o presidente do Sindicato, Juarez Sabino.

Ele lembra que, enquanto muitas empresas não possuem os credenciamentos que o setor de segurança privada exige e atuam na clandestinidade, a Empretec está no mercado há quase 10 anos. “Além da credibilidade, eles possuem muita expertise quando o assunto é zeladoria e segurança de condomínios”, completa Sabino.

Associados ao Secovi terão descontos em qualquer serviço oferecido pela Empretec/TecServ. De acordo com o sócio-proprietário da empresa, Davi Teixeira, os trabalhos vão desde limpeza interna e externa, zeladoria, jardinagem, asseio e conservação até vigilância eletrônica e monitorada, vigilância humana armada e desarmada, rondas noturnas, portarias remotas, entre outros.

“Trabalhamos com métodos de segurança, tanto para condomínios verticais, como horizontais, e avaliamos cada caso. Todo condomínio é estudado individualmente para sabermos quais as necessidades daquele local e dos moradores”, explica Teixeira.

Principais erros

Segundo ele, além de contratar empresas de segurança privada que não são credenciadas junto aos órgãos responsáveis, como a Polícia Federal, outro grande erro dos condomínios é contratar os próprios moradores para cargos como zelador ou vigilante.

“No caso da empresa sem credenciamento, o barato pode custar caro. Elas costumam cobrar menos pelos serviços, mas é justamente porque não são qualificadas. Se fossem, estariam devidamente credenciadas. E, caso ocorra algum problema, essa empresa assumirá a responsabilidade?”, indaga Teixeira.

Ele completa: “já no caso da contratação de moradores, além de, na maioria das vezes, a pessoa não ter experiência, ela ainda tem acesso livre ao condomínio, podendo abandonar o posto para ir em casa a qualquer momento. Isso coloca o condomínio em grande risco. Sem contar que esse vínculo empregatício direto pode gerar um processo trabalhista no futuro, pois as funções de zelador e vigilante, por exemplo, exigem diversos cuidados e nem sempre os moradores sabem disso. Portanto, a segurança do condomínio deve ser prioridade, mas sem esquecer da segurança dos trabalhadores também”.

Texto: Vanessa Amando / NBCom
Fotos: Arquivo NBCom

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